Roger Machado e comissão custam ao São Paulo menos da metade do que a equipe de Hernán Crespo

Nova comissão técnica recebe cerca de R$ 700 mil mais encargos trabalhistas

| GLOBOESPORTE.COM / BRUNO GIUFRIDA, EDER TRASKINI E ULISSES LOPRESTI


Roger Machado comanda treino do São Paulo no CT — Foto: Rubens Chiri/SPFC

Com a saída de Hernán Crespo e a chegada de Roger Machado, o São Paulo passa a gastar menos da metade do valor que pagava à antiga comissão técnica.

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O ge apurou que o novo comandante e sua comissão vão receber cerca de R$ 700 mil mensais no Tricolor, mais encargos trabalhistas. Enquanto isso, Hernán Crespo sozinho custava R$ 1 milhão, chegando a pouco mais de R$ 1,5 milhão com sua comissão.

A economia, porém, não foi um dos fatores levados em consideração para a demissão de Crespo e a chegada de Roger. O argentino foi demitido por outros motivos, como relação desgastada e discurso pessimista.

Na prática, o São Paulo vai precisar pagar pelo menos R$ 1,8 milhão ao treinador argentino como multa pela demissão. O valor, no entanto, pode ascender até a casa dos R$ 4 milhões a depender do entendimento jurídico – o Tricolor defende que a multa não leva em consideração direitos de imagem, por exemplo.

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Com uma economia mensal na casa de R$ 800 mil, o clube pode deixar de gastar quase R$ 8 milhões até o final de 2026, quando se encerra o contrato atual de Roger Machado.

O novo técnio chega ao São Paulo com os auxiliares Roberto Ribas, James Freitas e Adaílton Bolzan, o preparador físico Paulo Paixão e o analista de desempenho Guilherme Nunes.

A comissão de Hernán Crespo também tinha cinco nomes: os auxiliares Juan Branda e Victor López, os preparadores físicos Federico Martinetti e Leandro Paz e o preparador de goleiros Gustavo Nepote.

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O último trabalho de Roger Machado havia sido no Internacional. O treinador ficou no Colorado de 2024 a 2025 e deixou o clube com 73 partidas e 34 vitórias.

Antes, passou também por Grêmio, Juventude, Novo Hamburgo, Atlético-MG, Palmeiras, Bahia e Fluminense.



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