Brasil termina em 19º e faz melhor campanha na história das Olimpíadas de inverno

Delegação brasileira pela primeira vez marca presença no quadro de medalhas graças ao ouro de Lucas Pinheiro Braathen. Noruega lidera pela quarta vez seguida

| GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


Lucas Pinheiro comemora medalha de ouro no slalom gigante nos Jogos Olímpicos de Inverno — Foto: REUTERS

O Brasil pela primeira vez marcou presença no quadro de medalhas das Olimpíadas de Inverno. Neste domingo, a delegação verde-amarela encerrou a participação em Milão-Cortina 2026 com a melhor campanha de sua história nos Jogos. O ouro de Lucas Pinheiro Braathen no esqui alpino levou o Brasil ao 19º posto. A Noruega foi a líder do quadro de medalhas, com 18 ouros, 12 pratas e 11 bronzes.

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- Começamos bem, aumentando o número de participantes, aumentando o número da delegação. E fechamos literalmente com a chave de ouro, conquistando a primeira medalha olímpica do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E logo uma medalha de ouro - celebrou Marco La Porta, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Além da medalha inédita de Lucas Pinheiro Braathen, o Brasil celebrou o recorde de número de atletas, com 14 representantes em Milão-Cortina. Outro marco comemorado foi o número de atletas no top-20. Lucas foi campeão do slalom gigante. Nicole Silveira foi a 11ª colocada no skeleton. Pat Burgener foi o 14º e Augustinho Teixeira o 19º no snowboard halfpipe. Edson Bindilatti pilotou o trenó 4-man (para quatro homens) do bobsled para a 19ª colocação.

Um total de 29 países conquistaram medalhas em Milão-Cortina, mesmo número de Pequim 2022, um a menos que o recorde de 30 delegações medalhistas de PyeongChang 2018.

A Noruega liderou o quadro de medalhas pela quarta vez consecutiva e a 11ª vez na história. Estados Unidos ficaram na segunda posição, com 11 ouros. A Holanda empatou com a Itália com 10 ouros, mas levou a melhor no número de pratas (7 a 6).

Confira abaixo os resultados do Brasil em Milão-Cortina 2026:



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